The world’s first national park city

Last month, I found out about the Greater London National Park campaign, and I have to say I got surprised!

I had never thought such an initiative could be possible!

Basically, the idea is to make London the world’s first national park city – ‘national park cities’ do not exist yet, and they believe that it is such an opportunity that should be taken. They say:

London is an incredibly diverse place. 8.3 million humans speaking 300 languages share the city with 13,000 wild species as well as lots of cats and dogs. (…) 60% of London is open land and 47% of Greater London is green. As well as the 3,000 parks, 142 local nature reserves, 36 sites of special scientific interest, 4 UNESCO World Heritage Sites and 2 National Nature Reserves within the city’s limits, there are 3.8 million private gardens. For its size, London is one of the very greenest cities in the world – something to celebrate.”

Map of the Greater London National Park, as published on the campaign website

Map of the Greater London National Park, as published on the campaign website

What would change?

Daniel Raven-Ellison, a Guerrilla Geographer and campaigner, wrote an article on the Guardian, explaining:

The statutory purpose of national park status is to ‘conserve and enhance the natural beauty, wildlife and cultural heritage of the area’ and ‘promote opportunities for the understanding and enjoyment of the special qualities of the park by the public.’ What if we took these ideas and applied them to London? I think this would radically change how we see, think about, design, manage and experience the city.”

Supporters of the campaign, as published on its website

Supporters of the campaign, as published on its website

He defendes that by being active outdoors in green space would improve collective health. Also, costs with air quality, climate change and flooding could be mitigated by a strong greening strategy that boosts natural habitats.

Arnos Park, London Borough of Enfield, N11. Photo: Ewan Munro - https://www.flickr.com/photos/55935853@N00/

Arnos Park, London Borough of Enfield, N11. Photo: Ewan Munro – https://www.flickr.com/photos/55935853@N00/

For the ones asking why should Londoners allow another layer of governance or saying it looks like a new bit of paper for status, they answer:

This is not a proposal to change planning policy in the capital. The Greater London National Park would not have the planning powers that so many residents in current National Parks dislike. Nor would it replace the thousands of organisations who are already doing incredible work across the capital. (…) The Park’s leadership role would be to inform and inspire best practice, help better to co-ordinate and promote London’s biodiversity and recreational opportunities.”

What are your thoughts? They’ve got a very complete website, with loads of information, and a petition to be signed.

They also support the Garden Bridge, which we have already spoken about.

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A primeira cidade-parque nacional do mundo

No mês passado, descobri a campanha pelo Greater London National Park, e confesso que fiquei surpresa!

Nunca tinha pensado que tal iniciativa fosse possível!

A ideia, basicamente, é fazer de Londres a primeira cidade-parque nacional do mundo – ainda não existem ‘cidades-parques nacionais’, e eles acreditam que essa é uma oportunidade. Eles afirmam:

Londres é um lugar extremamente diversificado. 8,3 milhões de humanos que falam 300 línguas dividem a cidade com 13 mil espécies selvagens, bem como uma grande quantidade de gatos e cães. (…) 60% de Londres é de terreno aberto e 47% da Grande Londres é verde. Assim como os 3 mil parques, 142 reservas naturais locais, 36 locais de especial interesse científico, 4 Patrimônios Mundiais da UNESCO e 2 Reservas Naturais Nacionais dentro dos limites da cidade, existem 3,8 milhões de jardins privados. Por seu tamanho, Londres é uma das cidades mais verdes do mundo – algo para comemorar”.

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O que mudaria?

Daniel Raven-Ellison, um geógrafo “guerrilheiro” e organizador da campanha, escreveu um artigo no Guardian, explicando:

A finalidade estatutária do status de parque nacional é ‘conservar e realçar a beleza natural, a vida selvagem e cultural do patrimônio da área’ e ‘promover oportunidades para o conhecimento e apreciação das qualidades especiais do parque pelo público’. E se a gente levasse essas ideias e as aplicasse em toda Londres? Acho que isso iria mudar radicalmente a forma como vemos, pensamos, concebemos, administramos e utilizamos a cidade”.

A localização do "parque" Londres e dos demais parques do Reino Unido, publicado no site oficial da campanha

A localização do “parque” Londres e dos demais parques do Reino Unido – mapa publicado no site oficial da campanha

Ele defende que ser ativo ao ar livre melhoraria a saúde coletiva e poderia influenciar positivamente em condições como obesidade e sáude mental. Além disso, custos com a qualidade do ar, mudanças climáticas e enchentes poderiam ser atenuados por uma estratégia ecológica forte que aumentasse os habitats naturais.

Hyde Park - foto: B. Monginoux /Landscape-Photo.net (cc by-nc-nd)

Hyde Park – foto: B. Monginoux /Landscape-Photo.net (cc by-nc-nd)

Aos que perguntam por que os londrinos deveriam permitir outra camada de governança ou que dizem que isso se parece mais um novo pedaço de papel para status, eles respondem:

Esta não é uma proposta para mudar a política de planejamento na capital. O Greater London National Park não teria os poderes de planejamento que tantos moradores não gostam em Parques Nacionais. Também não substituiria as milhares de organizações que já fazem um trabalho incrível em toda a capital. (…) O papel de liderança do parque seria o de informar e inspirar as melhores práticas, ajudar a coordenar e promover melhor a biodiversidade de Londres e as oportunidades de lazer”.

O que você acha? Eles têm um site muito completo, com muita informação, e uma petição para ser assinada.

Eles também apoiam a Ponte Jardim, sobre a qual já falamos aqui.

Woodcote Village Green, em Croydon, Londres - Foto: Ewan Munro - https://www.flickr.com/photos/55935853@N00/

Woodcote Village Green, em Croydon, Londres – Foto: Ewan Munro – https://www.flickr.com/photos/55935853@N00/

A whole day for music

Next Saturday, London is holding the Music Day, a day of free public events to celebrate the universal language of music.

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Originated in France, in 1982, it takes place yearly on the 21st of June – the mid-summer solstice. Last year, it was celebrated in 108 countries and 726 cities around the world.

The idea is to take music onto the streets – parks, street corners, cafe terraces, rooftops, underpasses and playgrounds, although some gigs happen in venues.

A performance in previous year

A performance in previous year

The UK started participating in 2013, with 20 events from Belfast to Jersey. Since this year the date falls on a Saturday, the organisers’ expectation is to gather many more performances and people.

Everyone is invited to take part – you can perform, organise, lend equipment and support it. In case you want to join in, but you are not sure how, they offer an attractive inspiration page.

Check up the event listings: performances occur in several towns and are divided into 24 music styles. That is music for all tastes!

A performance in previous year

A performance in previous year

Um dia inteiro para a música

No próximo sábado, Londres vai sediar o Music Day, um dia de eventos públicos gratuitos para celebrar a linguagem universal da música.

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Originado na França, em 1982, ele acontece anualmente no dia 21 de junho – no solstício do meio do verão europeu. No ano passado, o dia foi comemorado em 108 países e 726 cidades ao redor do mundo.

A ideia é levar a música para as ruas – parques, esquinas, terraços de cafés, telhados, travessias subterrâneas e playgrounds, apesar de alguns shows acontecerem em locais fechados.

Apresentação na festa do ano passado

Uma das apresentações no ano passado

O Reino Unido começou a participar em 2013, com 20 eventos de Belfast a Jersey. Como neste ano a data cai em um sábado, a expectativa dos organizadores é reunir muitos mais shows e pessoas.

Todos estão convidados a participar – você pode tocar/cantar, organizar, emprestar equipamentos e apoiar o dia. No caso de querer participar, mas não saber como, eles oferecem uma ótima página de inspiração.

Verifique a lista de eventos: performances ocorrem em várias cidades e são divididas em 24 estilos musicais. É música para todos os gostos!

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Uma das apresentações no ano passado

 

London’s buildings: Up, up and away

In the last months, a lot has been said about how tall buildings are getting in London, and how it could change, also in a negative way, its historic and outstanding landscape.

Should London become a town full of skyscrapers, comparable to Dubai, New York or Sao Paulo? Passionate about London say no; economy says yes.

The modern Gherkin (left)  in contrast to the Tower of London (first built in 1078). Photo: Captain Roger Fenton - https://www.flickr.com/photos/762_photo/

The modern Gherkin (left) in contrast to the Tower of London (first built in 1078). Photo: Captain Roger Fenton – https://www.flickr.com/photos/762_photo/

There are pressures for more dwelling units due to the very high prices in this area. Towers would help fund huge regeneration schemes. Today, the Europe’s tallest residential tower is in Vauxhall: The 594ft One St George’s Wharf.

In March, there were almost 250 tall towers proposed, approved or already under construction as announced by The Guardian. The New London Architecture (NLA) think tank says that 236 buildings will have more than 20 storeys.

London skyline chart: Big Ben is the shortest one

2012 London skyline chart: Big Ben is the shortest one

But critics say these “monster towers,” as they have been called, could destroy London’s skyline. The Guardian published this interactive guide to show how it is going to change – just click on each picture and find it out – and it is pretty astonishing!

The view east from Waterloo Bridge, as published on The Guardian: 1) Doon Street; 2) 20 Blackfriars; 3) Kings Reach; 4) One Blackfriars; 5) Ludgate & Sampson House; 6) 40 Leadenhall; 7) 52 Lime Street; 8) Pinnacle; 9) 100 Bishopsgate; 10) The Hotel at Heron Tower; 11) One Crown Place. Image: Hayes Davidson

The view east from Waterloo Bridge, as published on The Guardian: 1) Doon Street; 2) 20 Blackfriars; 3) Kings Reach; 4) One Blackfriars; 5) Ludgate & Sampson House; 6) 40 Leadenhall; 7) 52 Lime Street; 8) Pinnacle; 9) 100 Bishopsgate; 10) The Hotel at Heron Tower; 11) One Crown Place. Image: Hayes Davidson

They also defend there are already too many towers with silly shapes, and condemn the fact there is no planning on it.

At the end of April, the Guardian listed the 10 worst London skyscrapers – new towers, built and imminent – with Oliver Wainwright asking: Will the new tower frenzy spoil London’s skyline which is so full of history?

The Strata, the fourth worst skyscraper, according to the Guardian.  Photo: R28B - http://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=User:R28B&action=edit&redlink=1

The Strata, the fourth worst skyscraper, according to the Guardian. Photo: R28B – http://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=User:R28B&action=edit&redlink=1

David Edwards, architect, took all the plans for skyscrapers and created a vision of the future skyline. Londontopia published his concept designs.

 

  • NLA study

Knowing 250 towers were on the way, NLA developed an Insight Study into tall buildings in London, examining the impact this growth will have on the capital. A Project Showcase is also available, presenting a selection of tall building projects being delivered by or for NLA Partners across the capital.

 

NLA study logo

NLA study logo

 

  • The mayor’s rulebook

The London Plan is the mayor’s rulebook for development across the capital. It supports tall buildings where they “create attractive landmarks enhancing London’s character, help to provide a coherent location for economic clusters of related activities and/or act as a catalyst for regeneration and where they are also acceptable

 

  • History

Changing is part of the time passing process, isn’t it? Londontopia published a beautiful gallery of pictures that illustrate how London’s skyline has changed since the 1600′s.

 

  • Festival of Architecture

Open until June 30 in several places, The London Festival of Architecture consists of a program delivered by partner organisations – leading cultural and academic institutions – alongside associated projects and open studios by architects, engineers, designers, artists, and curators. In 2014, the festival takes ‘Capital’ as its central theme, and explores its various manifestations; from London’s place as the UK’s seat of government and finance, its flows of social and intellectual capital, the politics of regeneration and its impact on the city and its position as a world capital of architecture, through its practices and its built environment.

 

  • Modern architecture in the City of London

A video by The City of London shows its modern architecture from street level to 230m into the skyline:

Prédios de Londres: para o alto e avante

Nos últimos meses, muito tem sido dito sobre o quão alto os edifícios estão ficando em Londres, e como isso pode mudar, também de forma negativa, a sua histórica e marcante paisagem.

Londres deveria se tornar uma cidade cheia de arranha-céus, comparável a Dubai, Nova York ou São Paulo? Apaixonados por Londres dizem que não; a economia diz que sim.

A modernidade do Shard, à esquerda, em contraste com a Tower Bridge, cartão-postal da cidade. Foto: George Rex - https://www.flickr.com/photos/rogersg/

A modernidade do Shard, à esquerda, em contraste com a Tower Bridge, cartão-postal da cidade. Foto: George Rex – https://www.flickr.com/photos/rogersg/

Há pressão por mais unidades habitacionais devido aos preços muito elevados nesta área. As grandes torres ajudariam os enormes esquemas de regeneração de fundos. Hoje, a torre residencial mais alta da Europa está no bairro de Vauxhall: a One St George’s Wharf, de 594 pés, ou 181 metros.

Em março, foi divulgado que havia quase 250 prédios propostos, aprovados ou já em construção, segundo matéria do The Guardian. O grupo New London Architecture (NLA) diz que 236 edifícios terão mais de 20 andares.

Mas críticos dizem que essas “torres monstro”, como têm sido chamadas, poderiam destruir a paisagem de Londres. O The Guardian publicou este guia interativo para mostrar como ela vai mudar – basta clicar sobre cada imagem para descobrir – e é bem surpreendente!

Arte publicada no Guardian mostra a vista sul da ponte de Waterloo com as novas torres: 1) DoonStreet; 2) One The Elephant; 3) 360 london; 4) Elizabeth House; 5-6-7-8) ShellCentre; 9) Market Towers. Imagem: Hayes Davidson

Arte publicada no Guardian mostra a vista sul da ponte de Waterloo com as novas torres: 1) DoonStreet; 2) One The Elephant; 3) 360 london; 4) Elizabeth House; 5-6-7-8) ShellCentre; 9) Market Towers. Imagem: Hayes Davidson

Eles também defendem que já existem muitas torres com formas tolas, e condenam o fato de que não há planejamento sobre isso.

No fim de abril, o Guardian listou os dez piores arranha-céus de Londres – torres novas, construídas e iminentes – com Oliver Wainwright perguntando: será que o frenesi das novas torres vai estragar o horizonte de Londres, tão cheio de história?

O Walkie Talkie (à esq.), o terceiro pior arranha-céu, de acordo com o Guardian. Além de bloquear a luz de seus vizinhos, sua fachada côncava refletiu o sol do verão e derreteu carros e fritou ovos. Foto: Robert Lamb - http://www.geograph.org.uk/profile/26519

O Walkie Talkie (à esq.), o terceiro pior arranha-céu, de acordo com o Guardian. Além de bloquear a luz de seus vizinhos, sua fachada côncava refletiu o sol do verão e derreteu carros e fritou ovos. Foto: Robert Lamb – http://www.geograph.org.uk/profile/26519

David Edwards, arquiteto, pegou todos os planos para os arranha-céus e criou uma visão do futuro da cidade. O site Londontopia publicou seus desenhos-conceito.

 

  • O estudo do NLA

Sabendo que 250 torres estavam a caminho, o NLA desenvolveu um Estudo Insight sobre os prédios altos em Londres, examinando o impacto que isso terá sobre o crescimento da capital. Uma Exibição de Projetos também está disponível, apresentando uma seleção de concepções em toda a capital.

 

  • O livro de regras do prefeito

The London Plan é o livro de regras do prefeito para o desenvolvimento de toda a capital. Ele apoia edifícios altos onde eles “criem marcos atraentes reforçando o caráter de Londres, ajudem a fornecer um local coerente para polos econômicos de atividades relacionadas e/ou atuem como um catalisador para a regeneração, e onde também sejam aceitáveis ​​em termos de design e impacto no seu entorno”.

 

  • História

Mudar é parte do processo de passagem do tempo, não é? O site Londontopia publicou uma bela galeria de fotos que ilustram como o lindo horizonte de Londres mudou desde 1600.

 

  • Festival de Arquitetura

Aberto até 30 de junho, em diversos endereços, o Festival de Arquitetura de Londres consiste de um programa entregue por organizações parceiras – as principais instituições culturais e acadêmicas – com projetos associados e estúdios abertos por arquitetos, engenheiros, designers, artistas e curadores. Em 2014, o festival tem “capital” como o tema central, e explora suas diversas manifestações; de Londres como a sede do Reino Unido para governo e finanças, seus fluxos de capital social e intelectual, a política de regeneração e seu impacto sobre a cidade e sua posição como capital mundial da arquitetura, através de suas práticas e de suas construções.

 

  • Arquitetura moderna na City de Londres

Um vídeo da City de Londres mostra sua moderna arquitetura do nível da rua a 230 metros de altura:

 

Dynamic art all over town

If you have a crush on street art, London is definitely a place to be – or, at least, to check out when being around.

But street art is alive, dynamic, and it may disappear faster than you have the time to know it first appeared. So, tracking information on the internet may be an excellent way to support and visit the best art in town.

The Hookedblog is an important source of updated information about it: which artists have been in town, what contributions they have done to the art scene of London, and the website explores details on artists’ styles, colours and effects.

Artist: Rone Photo: Mark Rigney Published at Hookedblog.co.uk

Artist: Rone
Photo: Mark Rigney
Published at Hookedblog.co.uk

 

It is all about UK street art, or, in their own words: “ephemeral art, graffiti, stencils, zines, tags, screen printing, illustration and everything and anything in between!” They’ve been online since 2005 and are an excellent source for those who want to appreciate street art and also learn more about it.

On Instagram, I’ve been following @londongraffiti. They publish pictures of recent art around the town, identifying who the artist is – many do not live in London – and explaining traces and features found on the drawings. Once again, there is much to be learnt from them.

Picture from the londongraffiti Instagram: "Aerial shot (from a bench) of @dankitchener , Dale G working the front of the car and @its_artista the side"

Picture from the londongraffiti Instagram: “Aerial shot (from a bench) of @dankitchener , Dale G working the front of the car and @its_artista the side”

Since it is all about pictures, also on Instagram I’ve enjoyed @artpiedotcodotuk, on modern and street art in London and around. When researching to write this post, I found out their amazing website. They make reviews on art shows and update a very intense blog. I particularly love this Banksys Now Wears Shoes entry.

Artist:  Dan Kitchener‘s (aka DANK)  Photo: Pierrick Senelaer Published at http://www.artpie.co.uk/

Artist: Dan Kitchener‘s (aka DANK)
Photo: Pierrick Senelaer
Published at http://www.artpie.co.uk/

The Walls Project is an effort by the Global Street Art to paint the world, starting with London. They arrange new walls for street art and spread the word (and pictures!) about it. In March, they were approaching their 500th street art mural. Another great group to follow in order to get updated information.

Artist: Alicé Published at: http://www.globalstreetart.com/

Artist: Alicé
Published at: http://www.globalstreetart.com/

That is far from being everything on London street art, of course, but these are my main references by now. I keep an eye on those to know what is going on in street art in London. Have you got any artists or websites to recommend? Have you spotted anything brand new out there?