London Gig Guide

London Gig Guide 67

Being in London or not, it is possible to track which bands are playing all round the town, and get to know them before they become the next “big thing.”

  • Estando em Londres ou não, é possível acompanhar as bandas que estão tocando em toda a cidade, e conhecê-las antes que se tornem a próxima “grande coisa”.

London Gig Guide is a weekly radio show that presents bands you can watch playing in London in the coming week, in the best small venues.

  • London Gig Guide é um programa semanal de rádio que apresenta bandas que você pode assistir em Londres na próxima semana, nos melhores e menores lugares.

No big acts! They try to bring us the very brand new music, played by bands and performers who came directly from their garage!

  • Nada de grandes shows! Eles tentam nos trazer a música novíssima, interpretada por bandas e artistas que vêm diretamente da garagem!

I’ve been listening to the podcast for some weeks now, and I have found out lovely singers and musicians! Highly recommend! This week, my favourite acts are Daniel Jeanrenaud (‘It’s gonna rain’), Gemma Ray (‘Shake Baby Shake’) and Attu (‘We Are Ordinary People’). Try it!

  • Eu tenho escutado o podcast por algumas semanas agora, e descobri ótimos ​​cantores e músicos! Recomendo! Esta semana, os meus favoritos são Daniel Jeanrenaud (‘It’s gonna rain’), Gemma Ray (‘Shake Baby Shake’) e Attu (‘We Are Ordinary People’). Experimente!

A whole day for music

Next Saturday, London is holding the Music Day, a day of free public events to celebrate the universal language of music.

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Originated in France, in 1982, it takes place yearly on the 21st of June – the mid-summer solstice. Last year, it was celebrated in 108 countries and 726 cities around the world.

The idea is to take music onto the streets – parks, street corners, cafe terraces, rooftops, underpasses and playgrounds, although some gigs happen in venues.

A performance in previous year

A performance in previous year

The UK started participating in 2013, with 20 events from Belfast to Jersey. Since this year the date falls on a Saturday, the organisers’ expectation is to gather many more performances and people.

Everyone is invited to take part – you can perform, organise, lend equipment and support it. In case you want to join in, but you are not sure how, they offer an attractive inspiration page.

Check up the event listings: performances occur in several towns and are divided into 24 music styles. That is music for all tastes!

A performance in previous year

A performance in previous year

Um dia inteiro para a música

No próximo sábado, Londres vai sediar o Music Day, um dia de eventos públicos gratuitos para celebrar a linguagem universal da música.

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Originado na França, em 1982, ele acontece anualmente no dia 21 de junho – no solstício do meio do verão europeu. No ano passado, o dia foi comemorado em 108 países e 726 cidades ao redor do mundo.

A ideia é levar a música para as ruas – parques, esquinas, terraços de cafés, telhados, travessias subterrâneas e playgrounds, apesar de alguns shows acontecerem em locais fechados.

Apresentação na festa do ano passado

Uma das apresentações no ano passado

O Reino Unido começou a participar em 2013, com 20 eventos de Belfast a Jersey. Como neste ano a data cai em um sábado, a expectativa dos organizadores é reunir muitos mais shows e pessoas.

Todos estão convidados a participar – você pode tocar/cantar, organizar, emprestar equipamentos e apoiar o dia. No caso de querer participar, mas não saber como, eles oferecem uma ótima página de inspiração.

Verifique a lista de eventos: performances ocorrem em várias cidades e são divididas em 24 estilos musicais. É música para todos os gostos!

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Uma das apresentações no ano passado

 

Who wants to live in the past?

It is extremely easy to feel you are living vintage days when walking out and about London, and it is not restricted to the 1960s, when the city had its golden Swinging era.

You can feel you are prior and prior in time since it is very common to find buildings constructed in the 19th, 18th and even 17th centuries.

But it is not only about walking around. It is possible to live a real experience of being in the past, no matter when. Restaurants, markets, parties, shops and tours offer distinguished situations and products that make all the difference!

The Vintage Festival took place last weekend, March 15 and 16, at the Southbank centre. Instagramers London was there to take those magical pictures, and you can take a look at them using the #vintagefestival and #igerslondon hashtags when logging into your Instagram account.

The Vintage Guide to London logo

The Vintage Guide to London logo

Being in town or wanting to keep up to date on everything related to the old times, The Vintage Guide to London is the zero point. They offer exceptional vintage scenes arranged by period – from Victorian to the Eighties – and it is possible to search for places in your part of town.

They are part of all social media out there, but the one I love the most is their Tumblr page; there are loads and loads of lovely photos. On Pinterest, pictures are organized by topic – hair and beauty, bars, restaurants, cafés. Very useful!

Lena Weber is its founder and editor-in-chief; she opened it up in June, 2010. She also runs the Queens of Vintage magazine – not specifically connected to London, but a treasure for vintage facts and products.

The free weekly TimeOut magazine keeps a vintage guide on its website, where even speakeasies and swap shops are listed – “Speakeasies were places for illegal boozing that came to prominence during the Prohibition era in 1920s America. But ever since, they have taken on a mythical status: teacups brimming with gin, suave jazz musicians and a glitzy, retro dress code,” they clarify.

1 day to go

Finally, the book The Rough Guide to Vintage London, published in May 2013, is also a terrific source for old times’ guide:

It covers over 200 budget and luxury attractions, from the East End hotspots of hyper-cool Hoxton and Shoreditch to the eccentric emporia of the West End, as well as the pick of London’s markets and the classiest vintage outlets north and south of the centre, all marked on full-colour maps.

It is from Consultant-Editor Wayne Hemingway and written by Francis Ambler, Emily Bick, Samantha Cook, Nicholas Jones and Lara Kavanagh. Grab yours on Amazon and go live those magical old days… Whenever they are.

Photo: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

Photo: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

Quem quer viver no passado?

É muito fácil sentir que você está vivendo dias vintage ao caminhar por Londres, e isso não se restringe à década de 1960, quando a cidade viveu sua “Swinging era”.

Você pode sentir que está antes e antes no tempo, uma vez que é muito comum encontrar prédios construídos no século 19, 18 e até mesmo 17.

Mas não basta apenas andar por aí. É possível viver uma experiência real de estar no passado, não importa quando. Restaurantes, mercados, festas, lojas e passeios oferecem situações e produtos diferenciados que fazem toda a diferença!

Foto: Jorge Miranda Jr.

Foto: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

O Vintage Festival foi realizado no fim de semana passado fim de semana, 15 e 16 de março, em Southbank, região central entre a London Eye a ponte de Waterloo. O grupo de instagramers da cidade, Instagramers London, estava lá para tirar aquelas fotos mágicas, e você pode dar uma olhada nelas usando as hashtags #vintagefestival e #igerslondon ao acessar sua conta no Instagram.

Keep the classics

Estando na cidade ou querendo manter-se atualizado sobre tudo relacionado aos velhos tempos, The Vintage Guide to London é o ponto zero. Eles oferecem grandes cenas vintage organizadas por época – desde a vitoriana à década de oitenta – e é possível procurar por lugares próximos ao seu endereço na cidade.

Eles estão em todas as principais mídias sociais que existem, mas a que eu mais gosto é a página do Tumblr deles; há um monte de fotos maravilhosas. No Pinterest, as imagens são organizadas por tema – cabelo e beleza, bares, restaurantes, cafés. Muito útil!

Lena Weber é a fundadora e editora-chefe do site; ela o abriu em junho de 2010. Ela também dirige a revista Queens of Vintage – não especificamente ligada a Londres, mas uma joia para fatos e produtos antigos.

A revista semanal gratuita TimeOut mantém um guia vintage em seu site, onde até endereços clandestinos e lojas de troca de produtos estão listados – “Os clandestinos eram lugares para a bebedeira ilegal que ganharam destaque durante a época da Lei Seca, na América de 1920. Mas desde então, assumiram um status lendário: xícaras de chá cheias gim, músicos de jazz e roupas chamativas e retrôs”, esclarecem.

Finalmente, o livro The Rough Guide to Vintage London, publicado em maio de 2013, é também uma grande fonte para um guia dos velhos tempos:

Ele cobre mais de 200 atrações baratas e de luxo, de pontos de referência em East End dos bairros hiper-cool de Hoxton e Shoreditch, aos empórios excêntricos do West End, assim como a seleção de mercados de Londres e as lojas vintage mais cheias de classe ao norte e ao sul do centro, todos marcados em um mapa colorido.

O livro é do consultor-editor Wayne Hemingway e escrito por Francis Ambler, Emily Bick, Samantha Cook, Nicholas Jones e Lara Kavanagh. Pegue o seu no site da Amazon e vá viver aqueles velhos dias mágicos… Não importa em que época.

Foto: Jorge Miranda Jr.

Foto: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

D-day for London’s record stores

And the date is 25th of November, next Monday.

What happens? Rough Trade, “the iconic London music retailer that spawned Rough Trade Records and served as a cradle for post-punk music in the late 1970s” (as says Billboard), is opening a whopping, 15,000-square-foot music store in New York City. Yes, 15,000 square feet! It is massive, three times bigger than its biggest store in London.

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Façade of Rough Trade West / Image from the Rough Trade website

On the other hand, that is the last day to make an offer to buy On The Beat Records shop on eBay. Tim Derbyshire opened it in 1979 in central London, just off Oxford Street, and he has now put his whole business up for sale, including the vinyl records in it. Its price is £300,000, in case you’re interested and have got a spare change in your pocket. It has got 46 offers as I write these lines.

So, what’s going on with record shop owners? Why are they going in such opposite ways?

Rough Trade says that between 2007 and 2012 record sales increased by 88% in Britain and that vinyl is more popular in America too, with sales going from $23 million to $163 million in the same period. They are hugely enthusiastic about taking their brand overseas.

Derbyshire says his store, a place where you can find from ’60s psychedelia to ’90s grunge, needs new blood, someone younger to take it on, and not particularly worried about profit. His eBay description specifies it: “If you’re at the stage in your life when you don’t have to worry about making money but can live the bohemian life, meet interesting people every day and the occasional pop or rock star, here’s your chance to take over the oldest record shop in the centre of Swinging London”.

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Façade of On The Beat Records / Image from the bid page on eBay

Is it about marketing strategies? Management? Being up and running in the World Wide Web? Is Derbyshire too low profile? Or is Rough Trade too confident?

Let’s see what comes next… In this meantime, if you are a record fan as I am, don’t miss the RECORD STORE DAY! It’s next Friday! Get a new needle for your record player and put your records on!

(If you wish to experience different music, the Portuguese version of this post presents links for Brazilian songs.)

Dia D para Lojas de Discos de Londres

E o dia é 25 de novembro, a próxima segunda-feira.

O que acontece? A Rough Trade, “a icônica loja de música de Londres que deu origem à [gravadora] Rough Trade Records e serviu de berço para a música pós-punk no final de 1970” (segundo a Billboard), está abrindo uma loja enorme, com 1.393 m2 em Nova York. Sim, mais de 1 mil m2! É assombroso, três vezes maior do que a maior loja deles em Londres.

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Fachada da Rough Trade West / Imagem capturada do site da Rough Trade

Por outro lado, esse é o último dia para fazer uma oferta para a compra da loja On The Beat Records no eBay. Tim Derbyshire abriu suas portas em 1979 na região central da cidade, em uma travessa da Oxford Street, e agora colocou todo o negócio à venda, inclusive os vinis. O preço é 300 mil libras, caso você esteja interessado e tenha um trocado no bolso. Ela recebeu 46 ofertas enquanto escrevo estas linhas.

Então, o que é que há com os donos de lojas de discos? Por que estão seguindo caminhos tão opostos?

A Rough Trade diz que, entre 2007 e 2012, as vendas de discos aumentaram 88% na Grã-Bretanha e que o vinil é mais popular na América também, com as vendas indo de US$ 23 milhões para US$ 163 milhões no mesmo período. Eles estão extremamente entusiasmados em levar sua marca para o exterior.

Derbyshire diz que sua loja, um lugar onde você encontra da psicodelia dos anos 60 ao grunge dos 90, precisa de sangue novo, alguém mais jovem para levá-la, e não particularmente preocupado com lucro. Sua descrição no eBay deixa explícito: “Se você está na fase da vida em que não precisa se preocupar em ganhar dinheiro, mas pode viver a vida boêmia, conhecer pessoas interessantes todos os dias e ocasionalmente uma estrela do pop ou rock, aqui está a seu chance de assumir a loja mais antiga de discos no centro da Swinging London”.

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Fachada da On The Beat Records / Imagem capturada da página no eBay

Trata-se de estratégia de marketing? Administração? Ser ativo na internet? Será que Derbyshire é low profile demais? Ou a Rough Trade é muito confiante?

Vamos ver o que virá a seguir… Enquanto isso, se você é fã de discos como eu, não perca o próximo RECORD STORE DAY! É na sexta que vem! Compre uma agulha nova para sua vitrola e coloque o disco pra tocar!

(Caso interesse, a versão do texto em inglês traz links para outras músicas.)