London’s buildings: Up, up and away

In the last months, a lot has been said about how tall buildings are getting in London, and how it could change, also in a negative way, its historic and outstanding landscape.

Should London become a town full of skyscrapers, comparable to Dubai, New York or Sao Paulo? Passionate about London say no; economy says yes.

The modern Gherkin (left)  in contrast to the Tower of London (first built in 1078). Photo: Captain Roger Fenton - https://www.flickr.com/photos/762_photo/

The modern Gherkin (left) in contrast to the Tower of London (first built in 1078). Photo: Captain Roger Fenton – https://www.flickr.com/photos/762_photo/

There are pressures for more dwelling units due to the very high prices in this area. Towers would help fund huge regeneration schemes. Today, the Europe’s tallest residential tower is in Vauxhall: The 594ft One St George’s Wharf.

In March, there were almost 250 tall towers proposed, approved or already under construction as announced by The Guardian. The New London Architecture (NLA) think tank says that 236 buildings will have more than 20 storeys.

London skyline chart: Big Ben is the shortest one

2012 London skyline chart: Big Ben is the shortest one

But critics say these “monster towers,” as they have been called, could destroy London’s skyline. The Guardian published this interactive guide to show how it is going to change – just click on each picture and find it out – and it is pretty astonishing!

The view east from Waterloo Bridge, as published on The Guardian: 1) Doon Street; 2) 20 Blackfriars; 3) Kings Reach; 4) One Blackfriars; 5) Ludgate & Sampson House; 6) 40 Leadenhall; 7) 52 Lime Street; 8) Pinnacle; 9) 100 Bishopsgate; 10) The Hotel at Heron Tower; 11) One Crown Place. Image: Hayes Davidson

The view east from Waterloo Bridge, as published on The Guardian: 1) Doon Street; 2) 20 Blackfriars; 3) Kings Reach; 4) One Blackfriars; 5) Ludgate & Sampson House; 6) 40 Leadenhall; 7) 52 Lime Street; 8) Pinnacle; 9) 100 Bishopsgate; 10) The Hotel at Heron Tower; 11) One Crown Place. Image: Hayes Davidson

They also defend there are already too many towers with silly shapes, and condemn the fact there is no planning on it.

At the end of April, the Guardian listed the 10 worst London skyscrapers – new towers, built and imminent – with Oliver Wainwright asking: Will the new tower frenzy spoil London’s skyline which is so full of history?

The Strata, the fourth worst skyscraper, according to the Guardian.  Photo: R28B - http://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=User:R28B&action=edit&redlink=1

The Strata, the fourth worst skyscraper, according to the Guardian. Photo: R28B – http://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=User:R28B&action=edit&redlink=1

David Edwards, architect, took all the plans for skyscrapers and created a vision of the future skyline. Londontopia published his concept designs.

 

  • NLA study

Knowing 250 towers were on the way, NLA developed an Insight Study into tall buildings in London, examining the impact this growth will have on the capital. A Project Showcase is also available, presenting a selection of tall building projects being delivered by or for NLA Partners across the capital.

 

NLA study logo

NLA study logo

 

  • The mayor’s rulebook

The London Plan is the mayor’s rulebook for development across the capital. It supports tall buildings where they “create attractive landmarks enhancing London’s character, help to provide a coherent location for economic clusters of related activities and/or act as a catalyst for regeneration and where they are also acceptable

 

  • History

Changing is part of the time passing process, isn’t it? Londontopia published a beautiful gallery of pictures that illustrate how London’s skyline has changed since the 1600′s.

 

  • Festival of Architecture

Open until June 30 in several places, The London Festival of Architecture consists of a program delivered by partner organisations – leading cultural and academic institutions – alongside associated projects and open studios by architects, engineers, designers, artists, and curators. In 2014, the festival takes ‘Capital’ as its central theme, and explores its various manifestations; from London’s place as the UK’s seat of government and finance, its flows of social and intellectual capital, the politics of regeneration and its impact on the city and its position as a world capital of architecture, through its practices and its built environment.

 

  • Modern architecture in the City of London

A video by The City of London shows its modern architecture from street level to 230m into the skyline:

Prédios de Londres: para o alto e avante

Nos últimos meses, muito tem sido dito sobre o quão alto os edifícios estão ficando em Londres, e como isso pode mudar, também de forma negativa, a sua histórica e marcante paisagem.

Londres deveria se tornar uma cidade cheia de arranha-céus, comparável a Dubai, Nova York ou São Paulo? Apaixonados por Londres dizem que não; a economia diz que sim.

A modernidade do Shard, à esquerda, em contraste com a Tower Bridge, cartão-postal da cidade. Foto: George Rex - https://www.flickr.com/photos/rogersg/

A modernidade do Shard, à esquerda, em contraste com a Tower Bridge, cartão-postal da cidade. Foto: George Rex – https://www.flickr.com/photos/rogersg/

Há pressão por mais unidades habitacionais devido aos preços muito elevados nesta área. As grandes torres ajudariam os enormes esquemas de regeneração de fundos. Hoje, a torre residencial mais alta da Europa está no bairro de Vauxhall: a One St George’s Wharf, de 594 pés, ou 181 metros.

Em março, foi divulgado que havia quase 250 prédios propostos, aprovados ou já em construção, segundo matéria do The Guardian. O grupo New London Architecture (NLA) diz que 236 edifícios terão mais de 20 andares.

Mas críticos dizem que essas “torres monstro”, como têm sido chamadas, poderiam destruir a paisagem de Londres. O The Guardian publicou este guia interativo para mostrar como ela vai mudar – basta clicar sobre cada imagem para descobrir – e é bem surpreendente!

Arte publicada no Guardian mostra a vista sul da ponte de Waterloo com as novas torres: 1) DoonStreet; 2) One The Elephant; 3) 360 london; 4) Elizabeth House; 5-6-7-8) ShellCentre; 9) Market Towers. Imagem: Hayes Davidson

Arte publicada no Guardian mostra a vista sul da ponte de Waterloo com as novas torres: 1) DoonStreet; 2) One The Elephant; 3) 360 london; 4) Elizabeth House; 5-6-7-8) ShellCentre; 9) Market Towers. Imagem: Hayes Davidson

Eles também defendem que já existem muitas torres com formas tolas, e condenam o fato de que não há planejamento sobre isso.

No fim de abril, o Guardian listou os dez piores arranha-céus de Londres – torres novas, construídas e iminentes – com Oliver Wainwright perguntando: será que o frenesi das novas torres vai estragar o horizonte de Londres, tão cheio de história?

O Walkie Talkie (à esq.), o terceiro pior arranha-céu, de acordo com o Guardian. Além de bloquear a luz de seus vizinhos, sua fachada côncava refletiu o sol do verão e derreteu carros e fritou ovos. Foto: Robert Lamb - http://www.geograph.org.uk/profile/26519

O Walkie Talkie (à esq.), o terceiro pior arranha-céu, de acordo com o Guardian. Além de bloquear a luz de seus vizinhos, sua fachada côncava refletiu o sol do verão e derreteu carros e fritou ovos. Foto: Robert Lamb – http://www.geograph.org.uk/profile/26519

David Edwards, arquiteto, pegou todos os planos para os arranha-céus e criou uma visão do futuro da cidade. O site Londontopia publicou seus desenhos-conceito.

 

  • O estudo do NLA

Sabendo que 250 torres estavam a caminho, o NLA desenvolveu um Estudo Insight sobre os prédios altos em Londres, examinando o impacto que isso terá sobre o crescimento da capital. Uma Exibição de Projetos também está disponível, apresentando uma seleção de concepções em toda a capital.

 

  • O livro de regras do prefeito

The London Plan é o livro de regras do prefeito para o desenvolvimento de toda a capital. Ele apoia edifícios altos onde eles “criem marcos atraentes reforçando o caráter de Londres, ajudem a fornecer um local coerente para polos econômicos de atividades relacionadas e/ou atuem como um catalisador para a regeneração, e onde também sejam aceitáveis ​​em termos de design e impacto no seu entorno”.

 

  • História

Mudar é parte do processo de passagem do tempo, não é? O site Londontopia publicou uma bela galeria de fotos que ilustram como o lindo horizonte de Londres mudou desde 1600.

 

  • Festival de Arquitetura

Aberto até 30 de junho, em diversos endereços, o Festival de Arquitetura de Londres consiste de um programa entregue por organizações parceiras – as principais instituições culturais e acadêmicas – com projetos associados e estúdios abertos por arquitetos, engenheiros, designers, artistas e curadores. Em 2014, o festival tem “capital” como o tema central, e explora suas diversas manifestações; de Londres como a sede do Reino Unido para governo e finanças, seus fluxos de capital social e intelectual, a política de regeneração e seu impacto sobre a cidade e sua posição como capital mundial da arquitetura, através de suas práticas e de suas construções.

 

  • Arquitetura moderna na City de Londres

Um vídeo da City de Londres mostra sua moderna arquitetura do nível da rua a 230 metros de altura:

 

History alive on the streets of London

Predictably, there are thousands of apps about London – if you want some reliable nominations, check the ‘Top 10 Free London Apps’ article by Visit London, the city’s official visitor guide.

But a few of them are as amazing and lovely as The Museum of London app, called Streetmuseum and available on Google Play and iTunes.

Firstly, let’s make things clear: I’m talking about the Museum of London, which is not the British Museum. Since I’ve seen Londoners making confusion between them, I thought it would be nice to specify. The London one tells the history of – guess what? – London (wow!), and it is close to St Paul’s tube station.

The app gives a unique perspective of old and new London, from the Great Fire of 1666 to the swinging sixties.

There are two ways of using it: once you select a destination from the map, a historical image of the location appears onscreen, with historical information. You do not have to be in London to use it. The pictures are splendid!

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Being in London, you can use the app’s augmented reality mode, which identifies your location and overlays the historic image over the current camera view. Just hold your camera up to the street scene and see the same location in the past. By tapping the information button, you get historical facts. Jaw dropping!

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Streetmuseum is not brand new; it has been updated with over 100 new locations and images, dating as far as back as 1868. Also, its locations have been expanded to outer boroughs as Richmond, Brent Cross and Ealing.

To promote it, the museum has released historic pictures of London juxtaposed with modern ones. It is magical to see how a city can change so much and so little!

Duncannon Street, Westminster, 1902. The street was decorated for the coronation ceremony of Edward VII

Duncannon Street, Westminster, 1902. The street was decorated for the coronation ceremony of Edward VII

 

Palace Theatre in 1958. Photographer: Bob Collins

Palace Theatre in 1958. Photographer: Bob Collins

 

Gloucester Road Station under construction in the late 1860. Photo by Henry Flather

Gloucester Road Station under construction in the late 1860. Photo by Henry Flather

 

A scene of Oxford Street in 1905 by Christina Broom

A scene of Oxford Street in 1905 by Christina Broom

História viva nas ruas de Londres

Previsivelmente, há milhares de aplicativos sobre Londres – se você quer indicações confiáveis, veja o artigo ‘Top 10 Free London Apps’ do Visit London, o guia turístico oficial da cidade.

Porém, poucos são tão incríveis e encantadores quanto o aplicativo do Museu de Londres, chamado Streetmuseum e disponível no Google Play e no iTunes.

Primeiro, vamos deixar as coisas claras: estou falando do Museu de Londres, que não é o Museu Britânico. Como já vi londrinos fazendo confusão entre os dois, achei que seria legal especificar. O de Londres conta a história de – adivinhe? – Londres (uau!), e fica perto da estação de metrô de St. Paul’s.

O aplicativo traz uma perspectiva única da antiga e nova Londres, desde o Grande Incêndio de 1666 ao movimento swinging dos anos 60.

Há dois modos de usá-lo: se você selecionar um destino do mapa, uma imagem histórica do local aparece na tela, com informações da data.

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Você não tem que estar em Londres para usar. As fotos são magníficas!

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Estando em Londres, você pode usar o modo de realidade aumentada do app, que identifica sua localização e sobrepõe a imagem histórica sobre a imagem atual da câmera. Apenas aponte sua câmera para a rua e veja o mesmo local no passado. Ao tocar no botão de informação, os fatos aparecem. É de cair o queixo!

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O Streetmuseum não é novo; ele foi atualizado com mais de cem novos locais e imagens desde 1868. Os locais também foram expandidos para bairros mais distantes, como Richmond, Brent Cross e Ealing.

Para promovê-lo, o museu lançou imagens históricas de Londres justapostas a como elas estão hoje. É mágico ver como uma cidade pode mudar tanto e tão pouco!

Bow Lane, fim da dédaca de 1930. Foto de George Davison Reid

Bow Lane, fim da dédaca de 1930. Foto de George Davison Reid

 

Tower Bridge, na década de 1930. Foto de  George Davison Reid

Tower Bridge, na década de 1930. Foto de George Davison Reid

 

Covent Garden, na década de 1930. Foto de George Davison Reid

 

A foto de Wolfgang Suschitzky em Piccadilly Circus foi feita em 2 de junho de 1953, data da Coroação de Elizabeth II

A foto de Wolfgang Suschitzky em Piccadilly Circus foi feita em 2 de junho de 1953, data da Coroação de Elizabeth II

Who wants to live in the past?

It is extremely easy to feel you are living vintage days when walking out and about London, and it is not restricted to the 1960s, when the city had its golden Swinging era.

You can feel you are prior and prior in time since it is very common to find buildings constructed in the 19th, 18th and even 17th centuries.

But it is not only about walking around. It is possible to live a real experience of being in the past, no matter when. Restaurants, markets, parties, shops and tours offer distinguished situations and products that make all the difference!

The Vintage Festival took place last weekend, March 15 and 16, at the Southbank centre. Instagramers London was there to take those magical pictures, and you can take a look at them using the #vintagefestival and #igerslondon hashtags when logging into your Instagram account.

The Vintage Guide to London logo

The Vintage Guide to London logo

Being in town or wanting to keep up to date on everything related to the old times, The Vintage Guide to London is the zero point. They offer exceptional vintage scenes arranged by period – from Victorian to the Eighties – and it is possible to search for places in your part of town.

They are part of all social media out there, but the one I love the most is their Tumblr page; there are loads and loads of lovely photos. On Pinterest, pictures are organized by topic – hair and beauty, bars, restaurants, cafés. Very useful!

Lena Weber is its founder and editor-in-chief; she opened it up in June, 2010. She also runs the Queens of Vintage magazine – not specifically connected to London, but a treasure for vintage facts and products.

The free weekly TimeOut magazine keeps a vintage guide on its website, where even speakeasies and swap shops are listed – “Speakeasies were places for illegal boozing that came to prominence during the Prohibition era in 1920s America. But ever since, they have taken on a mythical status: teacups brimming with gin, suave jazz musicians and a glitzy, retro dress code,” they clarify.

1 day to go

Finally, the book The Rough Guide to Vintage London, published in May 2013, is also a terrific source for old times’ guide:

It covers over 200 budget and luxury attractions, from the East End hotspots of hyper-cool Hoxton and Shoreditch to the eccentric emporia of the West End, as well as the pick of London’s markets and the classiest vintage outlets north and south of the centre, all marked on full-colour maps.

It is from Consultant-Editor Wayne Hemingway and written by Francis Ambler, Emily Bick, Samantha Cook, Nicholas Jones and Lara Kavanagh. Grab yours on Amazon and go live those magical old days… Whenever they are.

Photo: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

Photo: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

Quem quer viver no passado?

É muito fácil sentir que você está vivendo dias vintage ao caminhar por Londres, e isso não se restringe à década de 1960, quando a cidade viveu sua “Swinging era”.

Você pode sentir que está antes e antes no tempo, uma vez que é muito comum encontrar prédios construídos no século 19, 18 e até mesmo 17.

Mas não basta apenas andar por aí. É possível viver uma experiência real de estar no passado, não importa quando. Restaurantes, mercados, festas, lojas e passeios oferecem situações e produtos diferenciados que fazem toda a diferença!

Foto: Jorge Miranda Jr.

Foto: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

O Vintage Festival foi realizado no fim de semana passado fim de semana, 15 e 16 de março, em Southbank, região central entre a London Eye a ponte de Waterloo. O grupo de instagramers da cidade, Instagramers London, estava lá para tirar aquelas fotos mágicas, e você pode dar uma olhada nelas usando as hashtags #vintagefestival e #igerslondon ao acessar sua conta no Instagram.

Keep the classics

Estando na cidade ou querendo manter-se atualizado sobre tudo relacionado aos velhos tempos, The Vintage Guide to London é o ponto zero. Eles oferecem grandes cenas vintage organizadas por época – desde a vitoriana à década de oitenta – e é possível procurar por lugares próximos ao seu endereço na cidade.

Eles estão em todas as principais mídias sociais que existem, mas a que eu mais gosto é a página do Tumblr deles; há um monte de fotos maravilhosas. No Pinterest, as imagens são organizadas por tema – cabelo e beleza, bares, restaurantes, cafés. Muito útil!

Lena Weber é a fundadora e editora-chefe do site; ela o abriu em junho de 2010. Ela também dirige a revista Queens of Vintage – não especificamente ligada a Londres, mas uma joia para fatos e produtos antigos.

A revista semanal gratuita TimeOut mantém um guia vintage em seu site, onde até endereços clandestinos e lojas de troca de produtos estão listados – “Os clandestinos eram lugares para a bebedeira ilegal que ganharam destaque durante a época da Lei Seca, na América de 1920. Mas desde então, assumiram um status lendário: xícaras de chá cheias gim, músicos de jazz e roupas chamativas e retrôs”, esclarecem.

Finalmente, o livro The Rough Guide to Vintage London, publicado em maio de 2013, é também uma grande fonte para um guia dos velhos tempos:

Ele cobre mais de 200 atrações baratas e de luxo, de pontos de referência em East End dos bairros hiper-cool de Hoxton e Shoreditch, aos empórios excêntricos do West End, assim como a seleção de mercados de Londres e as lojas vintage mais cheias de classe ao norte e ao sul do centro, todos marcados em um mapa colorido.

O livro é do consultor-editor Wayne Hemingway e escrito por Francis Ambler, Emily Bick, Samantha Cook, Nicholas Jones e Lara Kavanagh. Pegue o seu no site da Amazon e vá viver aqueles velhos dias mágicos… Não importa em que época.

Foto: Jorge Miranda Jr.

Foto: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

A fresh market for the pioneering Lower Marsh St

Lower Marsh is one of London’s oldest market streets, full of shops and stalls and extremely easy to get: it is a five-minute walk from Waterloo tube station, and an eight-minute from the London Eye.

From March 1st, it will hold the new Lower Marsh Saturday Market, from 10am to 3pm. It is a initiative by Waterloo Quarter BID (Business Improvement District), an organization comprised of local businesses to boost the area, economically and culturally.

They are promising the market will provide “an exciting variety of stalls selling fresh and quality produce and specialty ingredients”. It is expected to sell biodynamic fruit and vegetable, meat, charcuteries, bread, cake and desserts. To celebrate the latest market, independent local shops will offer promotions, festive menus and tastings.

In fact, recession has hit the street recently. Last year, it is known some shops, as a restaurant and a bookshop, closed down. BID seems to be working hard to negotiate with popular and good quality brands, in order to bring distinguished products to the market and make people spend time and money around there. The idea is to attract London’s best produce traders.

Lower Marsh 2

A little bit of history

The plate at the beginning of Lower Marsh says:

“So named because it lies on the site of the ancient Lambeth Marsh which first appeared in historical records in 1377. This historic street has operated as a street market and centre for local shopping since the mid-nineteenth century. In 1984 Lambeth council designated Lower Marsh and its immediate surroundings a conservation area in recognition of its special character.”

The www.lower-marsh.co.uk website says the street pre-dates all the buildings now present. In 1690, it was a lane lined with cottages; it helped to characterize south bank as a leisure area in the early 19th century; the opening of Waterloo Bridge (1817) brought development, expansion and, later, wharves and shops.

 

  • The Lower Marsh Saturday Market is on Twitter and Facebook. You can also read news about Waterloo on www.WeAreWaterloo.co.uk, a community website financed by local businesses and written and photographed by a group of Waterloo enthusiasts. Sign up to their newsletter and grab a free coffee at Greensmiths!