Who wants to live in the past?

It is extremely easy to feel you are living vintage days when walking out and about London, and it is not restricted to the 1960s, when the city had its golden Swinging era.

You can feel you are prior and prior in time since it is very common to find buildings constructed in the 19th, 18th and even 17th centuries.

But it is not only about walking around. It is possible to live a real experience of being in the past, no matter when. Restaurants, markets, parties, shops and tours offer distinguished situations and products that make all the difference!

The Vintage Festival took place last weekend, March 15 and 16, at the Southbank centre. Instagramers London was there to take those magical pictures, and you can take a look at them using the #vintagefestival and #igerslondon hashtags when logging into your Instagram account.

The Vintage Guide to London logo

The Vintage Guide to London logo

Being in town or wanting to keep up to date on everything related to the old times, The Vintage Guide to London is the zero point. They offer exceptional vintage scenes arranged by period – from Victorian to the Eighties – and it is possible to search for places in your part of town.

They are part of all social media out there, but the one I love the most is their Tumblr page; there are loads and loads of lovely photos. On Pinterest, pictures are organized by topic – hair and beauty, bars, restaurants, cafés. Very useful!

Lena Weber is its founder and editor-in-chief; she opened it up in June, 2010. She also runs the Queens of Vintage magazine – not specifically connected to London, but a treasure for vintage facts and products.

The free weekly TimeOut magazine keeps a vintage guide on its website, where even speakeasies and swap shops are listed – “Speakeasies were places for illegal boozing that came to prominence during the Prohibition era in 1920s America. But ever since, they have taken on a mythical status: teacups brimming with gin, suave jazz musicians and a glitzy, retro dress code,” they clarify.

1 day to go

Finally, the book The Rough Guide to Vintage London, published in May 2013, is also a terrific source for old times’ guide:

It covers over 200 budget and luxury attractions, from the East End hotspots of hyper-cool Hoxton and Shoreditch to the eccentric emporia of the West End, as well as the pick of London’s markets and the classiest vintage outlets north and south of the centre, all marked on full-colour maps.

It is from Consultant-Editor Wayne Hemingway and written by Francis Ambler, Emily Bick, Samantha Cook, Nicholas Jones and Lara Kavanagh. Grab yours on Amazon and go live those magical old days… Whenever they are.

Photo: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

Photo: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

Quem quer viver no passado?

É muito fácil sentir que você está vivendo dias vintage ao caminhar por Londres, e isso não se restringe à década de 1960, quando a cidade viveu sua “Swinging era”.

Você pode sentir que está antes e antes no tempo, uma vez que é muito comum encontrar prédios construídos no século 19, 18 e até mesmo 17.

Mas não basta apenas andar por aí. É possível viver uma experiência real de estar no passado, não importa quando. Restaurantes, mercados, festas, lojas e passeios oferecem situações e produtos diferenciados que fazem toda a diferença!

Foto: Jorge Miranda Jr.

Foto: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

O Vintage Festival foi realizado no fim de semana passado fim de semana, 15 e 16 de março, em Southbank, região central entre a London Eye a ponte de Waterloo. O grupo de instagramers da cidade, Instagramers London, estava lá para tirar aquelas fotos mágicas, e você pode dar uma olhada nelas usando as hashtags #vintagefestival e #igerslondon ao acessar sua conta no Instagram.

Keep the classics

Estando na cidade ou querendo manter-se atualizado sobre tudo relacionado aos velhos tempos, The Vintage Guide to London é o ponto zero. Eles oferecem grandes cenas vintage organizadas por época – desde a vitoriana à década de oitenta – e é possível procurar por lugares próximos ao seu endereço na cidade.

Eles estão em todas as principais mídias sociais que existem, mas a que eu mais gosto é a página do Tumblr deles; há um monte de fotos maravilhosas. No Pinterest, as imagens são organizadas por tema – cabelo e beleza, bares, restaurantes, cafés. Muito útil!

Lena Weber é a fundadora e editora-chefe do site; ela o abriu em junho de 2010. Ela também dirige a revista Queens of Vintage – não especificamente ligada a Londres, mas uma joia para fatos e produtos antigos.

A revista semanal gratuita TimeOut mantém um guia vintage em seu site, onde até endereços clandestinos e lojas de troca de produtos estão listados – “Os clandestinos eram lugares para a bebedeira ilegal que ganharam destaque durante a época da Lei Seca, na América de 1920. Mas desde então, assumiram um status lendário: xícaras de chá cheias gim, músicos de jazz e roupas chamativas e retrôs”, esclarecem.

Finalmente, o livro The Rough Guide to Vintage London, publicado em maio de 2013, é também uma grande fonte para um guia dos velhos tempos:

Ele cobre mais de 200 atrações baratas e de luxo, de pontos de referência em East End dos bairros hiper-cool de Hoxton e Shoreditch, aos empórios excêntricos do West End, assim como a seleção de mercados de Londres e as lojas vintage mais cheias de classe ao norte e ao sul do centro, todos marcados em um mapa colorido.

O livro é do consultor-editor Wayne Hemingway e escrito por Francis Ambler, Emily Bick, Samantha Cook, Nicholas Jones e Lara Kavanagh. Pegue o seu no site da Amazon e vá viver aqueles velhos dias mágicos… Não importa em que época.

Foto: Jorge Miranda Jr.

Foto: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

A fresh market for the pioneering Lower Marsh St

Lower Marsh is one of London’s oldest market streets, full of shops and stalls and extremely easy to get: it is a five-minute walk from Waterloo tube station, and an eight-minute from the London Eye.

From March 1st, it will hold the new Lower Marsh Saturday Market, from 10am to 3pm. It is a initiative by Waterloo Quarter BID (Business Improvement District), an organization comprised of local businesses to boost the area, economically and culturally.

They are promising the market will provide “an exciting variety of stalls selling fresh and quality produce and specialty ingredients”. It is expected to sell biodynamic fruit and vegetable, meat, charcuteries, bread, cake and desserts. To celebrate the latest market, independent local shops will offer promotions, festive menus and tastings.

In fact, recession has hit the street recently. Last year, it is known some shops, as a restaurant and a bookshop, closed down. BID seems to be working hard to negotiate with popular and good quality brands, in order to bring distinguished products to the market and make people spend time and money around there. The idea is to attract London’s best produce traders.

Lower Marsh 2

A little bit of history

The plate at the beginning of Lower Marsh says:

“So named because it lies on the site of the ancient Lambeth Marsh which first appeared in historical records in 1377. This historic street has operated as a street market and centre for local shopping since the mid-nineteenth century. In 1984 Lambeth council designated Lower Marsh and its immediate surroundings a conservation area in recognition of its special character.”

The www.lower-marsh.co.uk website says the street pre-dates all the buildings now present. In 1690, it was a lane lined with cottages; it helped to characterize south bank as a leisure area in the early 19th century; the opening of Waterloo Bridge (1817) brought development, expansion and, later, wharves and shops.

 

  • The Lower Marsh Saturday Market is on Twitter and Facebook. You can also read news about Waterloo on www.WeAreWaterloo.co.uk, a community website financed by local businesses and written and photographed by a group of Waterloo enthusiasts. Sign up to their newsletter and grab a free coffee at Greensmiths!

Um mercado de rua revigorado para a pioneira Lower Marsh

A Lower Marsh é uma das ruas de feira mais antigas de Londres, cheia de lojas e barracas e muito fácil de chegar: fica a cinco minutos a pé da estação de Waterloo e a oito minutos da London Eye.

A partir de 1o de março, ela passa a receber o novo mercado aos sábados, chamado Lower Marsh Saturday Market, das 10h às 15h. É uma iniciativa do Waterloo Quarter BID (Business Improvement District), uma organização composta por comerciantes locais para impulsionar a área, econômica e culturalmente.

Eles prometem que o mercado vai oferecer “uma interessante variedade de barracas vendendo produtos frescos e de qualidade e ingredientes especiais”. Espera-se a venda de frutas e legumes biodinâmicos, carnes, charque, pães, bolos e sobremesas. Para comemorar o novo mercado, as lojas locais vão oferecer promoções, menus especiais e degustações.

Na verdade, a recessão alcançou a rua. No ano passado, é fato que algumas lojas, como restaurantes e livrarias, fecharam suas portas. O BID parece estar trabalhando bastante para negociar com marcas famosas e de boa qualidade com o objetivo de levar produtos diferenciados à feira e fazer as pessoas gastarem tempo e dinheiro na região. A ideia é atrair os melhores comerciantes de Londres.

Lower Marsh 1

Um pouco de história

A placa no começo da Lower Marsh diz:

“Assim chamada porque se encontra no local da antiga Lambeth Marsh, que apareceu pela primeira vez nos registros históricos em 1377. Esta rua histórica tem operado como um mercado de rua e centro de compras local desde meados do século XIX. Em 1984, o conselho [do bairro] de Lambeth designou Lower Marsh e seu entorno uma área de conservação, em reconhecimento à sua característica especial.”

O site www.lower-marsh.co.uk afirma que a rua é anterior a todos os edifícios agora presentes. Em 1690, era uma pista repleta de casas de campo; ela ajudou a caracterizar a margem sul do Tâmisa como uma área de lazer no início do século 19; a abertura da ponte de Waterloo (1817) trouxe desenvolvimento, expansão e, mais tarde, cais e lojas.

  • O mercado de sábado da Lower Marsh está no Twitter e no Facebook. Você também pode ler as notícias da área de Waterloo no www.WeAreWaterloo.co.uk, um site da comunidade financiado por comerciantes locais e escrito e fotografado por um grupo de entusiastas de Waterloo. Assine a newsletter deles e ganhe um café grátis no Greensmiths!

Different ways of having your coffee

You enter a coffee shop, order your drink, pay for it and leave. Is it enough? Not anymore.

Recently, London has presented at least two different and nice ways of having you beloved coffee.

Spacious room at Ziferblat coffee shop

Spacious room at Ziferblat coffee shop

The first idea was born in Naples, Italy, and it is called Suspended Coffee: you place your order and request a second drink for someone who can’t pay for it. The goal is to help homeless people and also the ones who lost their jobs and are broken – a good one for the modern times, especially in European countries where the winter is serious stuff.

But it is based on good faith: anyone can enter the shop and ask for a “suspended coffee”, without having to prove his/her financial conditions. Everybody hopes only the ones who really need it will order it. You can find more information and participating cafés on their Facebook page.

The second idea came from Russia: you make your order, have it and pay, not for the items, but for the time you spent at the café – 3 p per minute or £1,80 per hour. This is the concept of Ziferblat, and its first UK branch has opened on 388 Old Street this month.

Besides tea or coffee, you can choose from biscuits, fruit and vegetables and you can prepare your own food in the kitchen. Coffee is available from the professional machine, but if you prefer to being served, there is someone who can make it for you.

They hope that you and your friends get relaxed: in the spacious room, there are books, a piano and a record player for you to spend the time – literally spend it! But it really seems worthy!

Diferentes modos de tomar o seu café

Você entra em uma cafeteria, pede sua bebida, paga por ela e vai embora. Basta? Não mais.

Recentemente, Londres apresentou pelo menos dois modos diferentes e bem legais de tomar seu amado café.

Ilustração da campanha do Suspended Coffee

Ilustração da campanha do Suspended Coffee

A primeira ideia veio de Nápoles, Itália, e é chamada Suspended Coffee: você pede o seu café mais um, para alguém que não pode pagar por ele. O objetivo é ajudar os sem-teto e também aqueles que perderam seus empregos e estão falidos – bem legal para os tempos modernos, especialmente nos países europeus onde o inverno é coisa séria.

Mas ela é baseada na lealdade: qualquer um pode entrar e pedir por um “suspended coffee” (algo como “café em aberto”) sem ter que provar suas condições financeiras. Todos esperam que só aqueles que realmente precisam vão pedir. Veja mais informações e os cafés participantes na página deles no Facebook.

A segunda ideia veio da Rússia: você faz o seu pedido, consome e paga, não pelos itens que consumiu, mas pelo tempo que ficou na cafeteria – 3 centavos de libra por minuto ou 1 libra e 80 centavos por hora. Esse é o conceito da Ziferblat, e sua primeira filial britânica abriu este mês na Old Street, 388.

Além de chá ou café, você pode escolher bolachas, frutas e legumes e pode preparar sua comida na cozinha. Cada um pode se servir do café de máquina, mas se você prefere que preparem para você, tem alguém lá para isso.

Eles querem que você e seus amigos relaxem: na espaçosa sala, tem livros, um piano e uma vitrola para gastar o tempo – literalmente gastar! Mas, realmente, parece valer a pena!