A whole day for music

Next Saturday, London is holding the Music Day, a day of free public events to celebrate the universal language of music.

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Originated in France, in 1982, it takes place yearly on the 21st of June – the mid-summer solstice. Last year, it was celebrated in 108 countries and 726 cities around the world.

The idea is to take music onto the streets – parks, street corners, cafe terraces, rooftops, underpasses and playgrounds, although some gigs happen in venues.

A performance in previous year

A performance in previous year

The UK started participating in 2013, with 20 events from Belfast to Jersey. Since this year the date falls on a Saturday, the organisers’ expectation is to gather many more performances and people.

Everyone is invited to take part – you can perform, organise, lend equipment and support it. In case you want to join in, but you are not sure how, they offer an attractive inspiration page.

Check up the event listings: performances occur in several towns and are divided into 24 music styles. That is music for all tastes!

A performance in previous year

A performance in previous year

Um dia inteiro para a música

No próximo sábado, Londres vai sediar o Music Day, um dia de eventos públicos gratuitos para celebrar a linguagem universal da música.

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Originado na França, em 1982, ele acontece anualmente no dia 21 de junho – no solstício do meio do verão europeu. No ano passado, o dia foi comemorado em 108 países e 726 cidades ao redor do mundo.

A ideia é levar a música para as ruas – parques, esquinas, terraços de cafés, telhados, travessias subterrâneas e playgrounds, apesar de alguns shows acontecerem em locais fechados.

Apresentação na festa do ano passado

Uma das apresentações no ano passado

O Reino Unido começou a participar em 2013, com 20 eventos de Belfast a Jersey. Como neste ano a data cai em um sábado, a expectativa dos organizadores é reunir muitos mais shows e pessoas.

Todos estão convidados a participar – você pode tocar/cantar, organizar, emprestar equipamentos e apoiar o dia. No caso de querer participar, mas não saber como, eles oferecem uma ótima página de inspiração.

Verifique a lista de eventos: performances ocorrem em várias cidades e são divididas em 24 estilos musicais. É música para todos os gostos!

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Uma das apresentações no ano passado

 

The (controversial) year of the bus

This year, Transport for London (TfL) and the London Transport Museum have been celebrating the ‘Year of the Bus’. Several events, exhibitions and activities have been presented to connect Londoners with what is not only one of their means of transportation, but also a symbol of the city.

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They explain: “It’s been 60 years since the creation of the iconic Routemaster, 75 years since the launch of the RT-Type bus and 100 years since the world’s first mass-produced motor bus, the B-Type ‘Battle Bus’ that carried soldiers to the frontline during the First World War.”

The RT Type was the predecessor of the Routemaster model, with very similar looks

The RT Type was the predecessor of the Routemaster model, with very similar looks

According to TfL, each day 8,600 buses operate across 700 bus routes, serving 19,500 bus stops and carrying 6.5 million passengers, more than the rest of England combined.

Many busses garages have held special open days to celebrate it, displaying historic vehicles and offering fun activities. On June 7, it is Alperton bus garage’s turn and, on June 21, Stockwell’s. Check the whole calendar here.

Also, the Mayor of London, Boris Johnson, unveiled a specially commissioned silver-painted New Routemaster to mark the year. Gifts and souvenirs inspired by London’s buses are available from the London Transport Museum shop.

The New Routemaster, specially silver-painted to mark the year

The New Routemaster, specially silver-painted to mark the year

But not everything in the garden is rosy, in this celebration year. TfL has decided to go cashless on buses from July 6. Yes, that is it: no cash to pay for a ride anymore. You should carry your Oyster card with you topped up at all times.

A consultation was held and two-thirds of the 37,000 respondents were against their decision, but that did not stop TfL from going ahead. They say only 1% of passengers pay with cash, but this low percentage means 24 million journeys a year.

People are worried; more ticket machines are needed, especially away from the central area, and they rejected the idea of installing Oyster machines by bus stops, and drivers should be trained to deal with uninformed people in a sensible way.

There is also a delicate issue concerning tourists. TfL says most of them know how to pick up a Visitor Oyster card – the plastic smartcard they can use instead of paper tickets, and the cheapest way to pay for single journeys on bus, Tube, tram, DLR, London Overground and most National Rail services in London. The town has been considered the world capital for tourists. In 2013, it received 16.8 million visitors, a record that made it beat Paris as the top city to visit. And from this year on, all these people will have to learn new ways to pay for their buses rides.

The Visitor Oyster card

The Visitor Oyster card

Contactless – It is also possible to pay for bus using contactless credit, debit or charge cards, since it has been issued in the UK and displays the contactless payment symbol.

The contactless payment symbol

The contactless payment symbol

All users should do is touch the card on the yellow card reader, as they board, as they do with Oyster.

But be aware: if there are other cards in your wallet or bag when you try to touch in, the reader may detect them and it won’t be able to identify which one it should read. The card is then rejected, what they call as ‘card clash’. Your fare could be charged to a card you didn’t intend to pay with.

Contactless payment is cheaper though: £1.45 for each bus journey.

If you need more information on how it works, download this TfL PDF file.

 

O (polêmico) ano do ônibus

Este ano, o Transport for London (TfL), órgão responsável pela operação diária de transporte público da capital, e o Museu do Transporte de Londres estão comemorando o ‘Ano do Ônibus’. Diversos eventos, exposições e atividades são apresentados para conectar os londrinos com o que é não apenas um dos seus meios de transporte, mas também um ícone da cidade.

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Eles explicam: “São 60 anos desde a criação do Routemaster, 75 anos do lançamento do ônibus RT-Type e 100 anos do primeiro ônibus motorizado produzido em massa, o B-Type, que carregou soldados para o front durante a Primeira Guerra Mundial”.

O Routemaster se tornou um dos símbolos da cidade

O Routemaster se tornou um dos símbolos da cidade

De acordo com o TfL, diariamente 8.600 ônibus trafegam por 700 rotas, atendendo 19.500 pontos e carregando 6,5 milhões de passageiros, mais do que todo o restante da Inglaterra somado.

Muitas garagens de ônibus têm realizado eventos abertos especiais, exibindo veículos históricos e oferecendo atividades de lazer. Em 7 de junho, será a vez da garagem de Alperton e, em 21 de junho, de Stockwell. Veja o calendário completo aqui.

Ainda, o Prefeito de Londres, Boris Johnson, apresentou um Novo Routemaster pintado em prata, especialmente encomendados para marcar o ano. Presentes e lembranças inspiradas nos ônibus de Londres estão disponíveis na loja do Museu do Transporte.

Um Novo Routemaster, pintado em prata, foi lançado para marcar as comemorações

Um Novo Routemaster, pintado em prata, foi lançado para marcar as comemorações

Mas nem tudo são flores nesse ano de comemoração. O TfL decidiu não mais aceitar dinheiro em espécie nos ônibus a partir de 6 de julho. Sim, é isso mesmo: nada de dinheiro para pagar pela corrida. Você deve levar seu cartão de transporte Oyster carregado com créditos o tempo todo.

Uma consulta foi realizada e dois terços dos 37 mil entrevistados foram contra a decisão, mas isso não impediu o TfL de ir em frente. Eles dizem que apenas 1% dos passageiros pagam com dinheiro, mas este baixo percentual significa 24 milhões de viagens por ano.

As pessoas estão preocupadas; mais máquinas de bilhetes são necessárias, especialmente fora da área central, e eles rejeitaram a ideia de instalar máquinas de Oyster em pontos de ônibus, e os motoristas devem ser treinados para lidar com pessoas desinformadas de uma forma sensata.

Há também uma questão delicada envolvendo os turistas. O TfL diz que a maioria deles sabe como pegar um cartão Oyster Visitante – o cartão de plástico que podem usar em vez de bilhetes de papel, e a forma mais barata para pagar viagens individuais de ônibus, metro, bonde elétrico, DLR, London Overground e a maioria dos serviços da National Rail em Londres. A cidade foi considerada a capital mundial para os turistas. Em 2013, recebeu 16,8 milhões de visitantes, um recorde que a fez bater Paris como a melhor cidade para visitar. E a partir deste ano, todas essas pessoas terão que aprender novas maneiras de pagar por suas viagens de ônibus.

O cartão Oyster para visitantes, a forma mais segura e prática daqui para frente de pagar pelas viagens de ônibus

O cartão Oyster para visitantes, a forma mais segura e prática daqui para frente de pagar pelas viagens de ônibus

‘Contactless’ – Também é possível pagar pelo ônibus utilizando cartão de crédito, de débito ou recarregáveis ‘contactless’, uma vez que ele tenha sido emitido no Reino Unido e exiba o símbolo de pagamento.

O símbolo do 'contactless'

O símbolo do ‘contactless’

Tudo o que os usuários devem fazer é tocar o cartão no leitor amarelo ao embarcar, como fazem com o Oyster.

Mas lembre-se: se há outros cartões em sua carteira ou bolsa quando você tenta tocar o cartão, o leitor pode detectá-los e não vai ser capaz de identificar qual deles deve ler. O cartão é então rejeitado, o que chamam de ‘card clash’. A tarifa pode ser cobrada em um cartão com o qual você não tinha a intenção de pagar.

O pagamento ‘contactless’, porém, é mais barato: £ 1,45 por cada viagem de ônibus.

Se precisar de mais informações sobre como ele funciona, baixe este arquivo em PDF do TfL.

Taking legacy seriously

Next Saturday, April 5, the Queen Elizabeth Olympic Park will open to the public. Yes, that’s what you read – Olympic. After the 2012 games, an entity called London Legacy Development Corporation became responsible for the redevelopment of the park, and followed their goal of driving the legacy of the Olympic park to transform the lives of east Londoners.

So, yes again, this is about legacy, and how it can be properly conducted.

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It will be a 24-hour public garden and recreation area with playgrounds, parklands and activity trails. People can swim, climb, relax, walk and cycle on a 500 acre space. There will also be a theatre, an amphitheatre and a nature reserve.

One of the most expected attractions is the 114.5m tall ArcelorMittal Orbit, or just The Orbit Tower, and tickets for it are already on sale – a new perspective on London from above, and we can never get tired of it!

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The complex structure — part sculpture, part viewing tower — was designed as a landmark for the London 2012 Games. With two observation floors, at 76m and 80m, it provides stunning views over the park and across London’s skyline. This time-lapse photography shows the Orbit taking shape beside the Olympic Stadium, on March 2012:

Think about something you’d like to have in a weekend with friends or family. Fountains? Checked. Waterways? Checked. Artworks? Checked. Biodiversity? Checked. Culture, climbing walls, restaurants? Guess what: checked. Can’t you make up your mind? At least, use the park map to get situated.

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In fact, the northern of the park and its arena have been open since July 2013, and more than a million visitors have been there for concerts, festivals and sporting events last summer. On Saturday, the south of the park opens, as well as the Orbit, and the Lee Valley Hockey and Tennis Centre opens in May.

There are plans it will host five matches during Rugby World Cup 2015, be the permanent home of West Ham United Football Club from 2016, and the new national competition stadium for athletics in the UK hosting regional and national age group championships.

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The nearest station is Stratford (tube, DLR and Overground), where staff will be on hand to guide everyone to the park. There will be an accessible shuttle bus from Stratford Regional Station every 15-20 minutes.

Easy to access, multiple activities, planned for different ages, dwellers and tourists: there is space for everyone in this new London park – but for white elephants.

Levando o legado a sério

No próximo sábado, 5 de abril, o Parque Olímpico Queen Elizabeth abrirá para o público. Sim, foi isso que você leu – Olímpico.  Depois dos jogos de 2012, uma entidade chamada London Legacy Development Corporation ficou responsável pelo redesenvolvimento do parque, e seguiu seu objetivo de levar o legado do parque Olímpico a transformar a vida dos moradores da região leste da cidade.

Então, sim, isso é sobre legado, e como ele pode ser conduzido de forma apropriada.

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Será um jardim público e uma área de lazer abertos 24 horas com playgrounds, áreas verdes e trilhas. As pessoas podem nadar, escalar, relaxar, caminhar e andar de bicicleta em um espaço de 202 hectares. Haverá ainda um teatro, um anfiteatro e uma reserva ecológica.

Uma das atrações mais esperadas é o ArcelorMittal Orbit de 114,5m, ou simplesmente The Orbit Tower, e os ingressos para a torre já estão à venda – uma nova perspectiva de Londres das alturas, coisa da qual nunca cansamos!

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A complexa estrutura – parte escultura, parte torre de observação – foi criada como um marco dos jogos de 2012. Com dois andares para observação, a 76m e 80m, ela oferece visões deslumbrantes do parque e do horizonte de Londres. Essa sequência de fotografias mostra a torre tomando forma ao lado do Estádio Olímpico, em março de 2012:

Então, pense em algo que gostaria de ter em um fim de semana com amigos ou com a família. Fontes? Tem. Vias navegáveis? Tem. Obras de arte? Tem. Biodiversidade? Tem. Cultura, paredes para escalar, restaurantes? Adivinha só: tem. Não consegue se decidir? Pelo menos, use o mapa do parque para se situar.

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Na verdade, o norte do parque e sua arena foram abertos em julho de 2013, e mais de um milhão de visitantes estiveram lá para concertos, festivais e eventos esportivos no verão passado. No sábado, o sul do parque será aberto, bem como o Orbit, e o Lee Valley Hockey e o Centro de Tênis abrem em maio.

Há planos de ele sediar cinco jogos da Copa do Mundo de Rugby de 2015, ser o lar permanente do West Ham United Football Club a partir de 2016, e o novo estádio nacional de atletismo no Reino Unido a sediar campeonatos regionais e nacionais.

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A estação mais próxima é Stratford (metrô, DLR e Overground), onde funcionários ficam à disposição para guiar todos para o parque. Haverá um ônibus partindo da estação a cada 15 a 20 minutos.

Fácil de chegar, múltiplas atividades, planejado para diversas idades, para moradores e turistas: há espaço para todos neste novo parque de Londres – menos para elefantes brancos.

Who wants to live in the past?

It is extremely easy to feel you are living vintage days when walking out and about London, and it is not restricted to the 1960s, when the city had its golden Swinging era.

You can feel you are prior and prior in time since it is very common to find buildings constructed in the 19th, 18th and even 17th centuries.

But it is not only about walking around. It is possible to live a real experience of being in the past, no matter when. Restaurants, markets, parties, shops and tours offer distinguished situations and products that make all the difference!

The Vintage Festival took place last weekend, March 15 and 16, at the Southbank centre. Instagramers London was there to take those magical pictures, and you can take a look at them using the #vintagefestival and #igerslondon hashtags when logging into your Instagram account.

The Vintage Guide to London logo

The Vintage Guide to London logo

Being in town or wanting to keep up to date on everything related to the old times, The Vintage Guide to London is the zero point. They offer exceptional vintage scenes arranged by period – from Victorian to the Eighties – and it is possible to search for places in your part of town.

They are part of all social media out there, but the one I love the most is their Tumblr page; there are loads and loads of lovely photos. On Pinterest, pictures are organized by topic – hair and beauty, bars, restaurants, cafés. Very useful!

Lena Weber is its founder and editor-in-chief; she opened it up in June, 2010. She also runs the Queens of Vintage magazine – not specifically connected to London, but a treasure for vintage facts and products.

The free weekly TimeOut magazine keeps a vintage guide on its website, where even speakeasies and swap shops are listed – “Speakeasies were places for illegal boozing that came to prominence during the Prohibition era in 1920s America. But ever since, they have taken on a mythical status: teacups brimming with gin, suave jazz musicians and a glitzy, retro dress code,” they clarify.

1 day to go

Finally, the book The Rough Guide to Vintage London, published in May 2013, is also a terrific source for old times’ guide:

It covers over 200 budget and luxury attractions, from the East End hotspots of hyper-cool Hoxton and Shoreditch to the eccentric emporia of the West End, as well as the pick of London’s markets and the classiest vintage outlets north and south of the centre, all marked on full-colour maps.

It is from Consultant-Editor Wayne Hemingway and written by Francis Ambler, Emily Bick, Samantha Cook, Nicholas Jones and Lara Kavanagh. Grab yours on Amazon and go live those magical old days… Whenever they are.

Photo: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr

Photo: Jorge Miranda Jr. – http://www.instagram.com/jorgemirandajr