Who wants a website with the .london domain? I do!

Last year, London & Partners, the official promotional organisation for London, with the support of the Mayor of London secured the new .london domain in a deal with ICANN, the global internet body.

The domain names go on sale on April 29. Yes, from that day on, we’ll find web addresses such as http://www.selfridges.london or http://www.museum.london. Amazing, don’t you think?

London will be one of the first cities in the world to launch its own domain. According to the official media, businesses, organisations and individuals will be able to register domains ending in .london in order to maximise their internet presence.

Dot London 1

For the first three months, they will give priority to the ones placed in London as it should be. During this period, anybody with an interest in the town can apply for a .london domain name. They explain the allocation of names will depend on the priority ranking.

London & Partners has disclosed that thousands of businesses have expressed an interest in it. In February, a YouGov survey of small businesses in London found out that more than one in four was likely to register for a .london web address.

Policies for being eligible for a .london domain are:

• What domain names can be registered
• The terms and conditions domain users must abide by
• Rules for acceptable use – complaint policies and procedures
• Privacy and data protection

Just wondering… Is “loving London so much that it hurts” a strong enough reason to get a .london domain?

I’ll stay here, dreaming about http://www.LillyLoves.London!

London numbers

According to London & Partners, the town is home to:

• 800,000 businesses, from global brands to local services
• more than 8m residents
• 4.2m workers
• 50,000 community and voluntary organizations

Advertisements

Quem quer um site com o domínio .london? Eu!

No ano passado, a London & Partners, organização promocional oficial para Londres, com o apoio do prefeito da cidade, garantiu o novo domínio .london, em um acordo com a ICANN, o órgão mundial da internet.

Os nomes de domínio vão à venda em 29 de abril. Sim, a partir desse dia, vamos encontrar endereços na web como http://www.selfridges.london ou http://www.museum.london. Incrível, não?

Londres será uma das primeiras cidades do mundo a lançar seu próprio domínio. De acordo com os meios oficiais, empresas, organizações e indivíduos poderão registrar domínios terminados em. london, com o objetivo de maximizar suas presenças na Internet.

Dot London 3

Nos primeiros três meses, eles darão prioridade aos situados em Londres, como deveria ser. Durante este período, qualquer pessoa com interesse na cidade pode se inscrever para ter um domínio .london. Eles explicam que a atribuição dos nomes vai depender de classificação de prioridade.

A London & Partners divulgou que milhares de empresas manifestaram interesse no endereço. Em fevereiro, uma pesquisa do YouGov com pequenas empresas da cidade descobriu que mais de uma em cada quatro pretendem se registrar para um endereço .london.

As políticas para ser elegível para um domínio .london são:

• Que nomes de domínio podem ser registrados

• Os termos e condições que usuários do domínio devem respeitar

• Regras para uso aceitável – as políticas e procedimentos de reclamação

• Privacidade e proteção de dados

Fico me perguntando… Será que “amar Londres tanto que dói” é uma razão forte o suficiente para conseguir um domínio?

Fico aqui, sonhando com http://www.LillyLoves.London!

 

Número de Londres

De acordo com a London & Partners, a cidade é residência para:

• 800 mil empresas, de marcas globais a os serviços locais

• mais de 8 milhões de habitantes

• 4,2 milhões de trabalhadores

• 50 mil organizações comunitárias e voluntárias

 

A fresh market for the pioneering Lower Marsh St

Lower Marsh is one of London’s oldest market streets, full of shops and stalls and extremely easy to get: it is a five-minute walk from Waterloo tube station, and an eight-minute from the London Eye.

From March 1st, it will hold the new Lower Marsh Saturday Market, from 10am to 3pm. It is a initiative by Waterloo Quarter BID (Business Improvement District), an organization comprised of local businesses to boost the area, economically and culturally.

They are promising the market will provide “an exciting variety of stalls selling fresh and quality produce and specialty ingredients”. It is expected to sell biodynamic fruit and vegetable, meat, charcuteries, bread, cake and desserts. To celebrate the latest market, independent local shops will offer promotions, festive menus and tastings.

In fact, recession has hit the street recently. Last year, it is known some shops, as a restaurant and a bookshop, closed down. BID seems to be working hard to negotiate with popular and good quality brands, in order to bring distinguished products to the market and make people spend time and money around there. The idea is to attract London’s best produce traders.

Lower Marsh 2

A little bit of history

The plate at the beginning of Lower Marsh says:

“So named because it lies on the site of the ancient Lambeth Marsh which first appeared in historical records in 1377. This historic street has operated as a street market and centre for local shopping since the mid-nineteenth century. In 1984 Lambeth council designated Lower Marsh and its immediate surroundings a conservation area in recognition of its special character.”

The www.lower-marsh.co.uk website says the street pre-dates all the buildings now present. In 1690, it was a lane lined with cottages; it helped to characterize south bank as a leisure area in the early 19th century; the opening of Waterloo Bridge (1817) brought development, expansion and, later, wharves and shops.

 

  • The Lower Marsh Saturday Market is on Twitter and Facebook. You can also read news about Waterloo on www.WeAreWaterloo.co.uk, a community website financed by local businesses and written and photographed by a group of Waterloo enthusiasts. Sign up to their newsletter and grab a free coffee at Greensmiths!

Um mercado de rua revigorado para a pioneira Lower Marsh

A Lower Marsh é uma das ruas de feira mais antigas de Londres, cheia de lojas e barracas e muito fácil de chegar: fica a cinco minutos a pé da estação de Waterloo e a oito minutos da London Eye.

A partir de 1o de março, ela passa a receber o novo mercado aos sábados, chamado Lower Marsh Saturday Market, das 10h às 15h. É uma iniciativa do Waterloo Quarter BID (Business Improvement District), uma organização composta por comerciantes locais para impulsionar a área, econômica e culturalmente.

Eles prometem que o mercado vai oferecer “uma interessante variedade de barracas vendendo produtos frescos e de qualidade e ingredientes especiais”. Espera-se a venda de frutas e legumes biodinâmicos, carnes, charque, pães, bolos e sobremesas. Para comemorar o novo mercado, as lojas locais vão oferecer promoções, menus especiais e degustações.

Na verdade, a recessão alcançou a rua. No ano passado, é fato que algumas lojas, como restaurantes e livrarias, fecharam suas portas. O BID parece estar trabalhando bastante para negociar com marcas famosas e de boa qualidade com o objetivo de levar produtos diferenciados à feira e fazer as pessoas gastarem tempo e dinheiro na região. A ideia é atrair os melhores comerciantes de Londres.

Lower Marsh 1

Um pouco de história

A placa no começo da Lower Marsh diz:

“Assim chamada porque se encontra no local da antiga Lambeth Marsh, que apareceu pela primeira vez nos registros históricos em 1377. Esta rua histórica tem operado como um mercado de rua e centro de compras local desde meados do século XIX. Em 1984, o conselho [do bairro] de Lambeth designou Lower Marsh e seu entorno uma área de conservação, em reconhecimento à sua característica especial.”

O site www.lower-marsh.co.uk afirma que a rua é anterior a todos os edifícios agora presentes. Em 1690, era uma pista repleta de casas de campo; ela ajudou a caracterizar a margem sul do Tâmisa como uma área de lazer no início do século 19; a abertura da ponte de Waterloo (1817) trouxe desenvolvimento, expansão e, mais tarde, cais e lojas.

  • O mercado de sábado da Lower Marsh está no Twitter e no Facebook. Você também pode ler as notícias da área de Waterloo no www.WeAreWaterloo.co.uk, um site da comunidade financiado por comerciantes locais e escrito e fotografado por um grupo de entusiastas de Waterloo. Assine a newsletter deles e ganhe um café grátis no Greensmiths!

A huge miniature of Central London

In the summer of 2016, a new landmark will be open to the public: Little London, a £25 million scale model, featuring the sights from Buckingham Palace to the London Eye.

Created at a 1:150 scale (meaning each 1cm represents 150cm) by a team of Hollywood effects specialists, it will be a theme park with a moving, interactive model.

Aerial design of the model / Credit: “Little London, the greatest model city on Earth”

Aerial design of the model / Credit: “Little London, the greatest model city on Earth”

There will be moving buses, taxis, trains and boats, a watery Thames, working lights and characters illustrating stories of London’s past and present. The Shard, the tallest building in Western Europe with 310m, will be represented by a 2,4m tall model.

Immersive zones will focus on aspects of London life: Royal London, Sporting London and Underground London, among others. Each zone will feature interactive scale models of iconic buildings, with games and simulators for all age groups.

According to the private investors, people will experience a combination of magical entertainment with education and discovery. They believe it will attract 1.4m visitors each year.

Founders Matt Crofton and Tim Allnutt are in advanced-stage fundraising for the total cost, and they expect to deliver investor returns within five years of the attraction opening. Whoever is interested in investing should contact them.

The model will occupy 2,300 square metres, or the entire ground floor at One Tower Bridge, a fancy mixed-use development comprising nine blocks in the south bank of Thames, expected to be completed in 2016.

Its location is especially ideal to call tourists – just off Tower Bridge, one of the most famous icons of London.

 

Uma enorme maquete do Centro de Londres

No verão europeu de 2016, um novo ponto será aberto ao público: Little London, uma maquete de 25 milhões de libras apresentando atrações como o Buckingham Palace e a London Eye.

Criada em uma escala de 1:150 (cada 1cm representa 150cm) por um time de especialistas em efeitos especiais de Hollywood, ela será um parque temático em movimento e interativo.

Concepção artística do parque / Crédito: “Little London, the greatest model city on Earth”

Concepção artística do parque / Crédito: “Little London, the greatest model city on Earth”

Haverá ônibus, táxis, trens e barcos em movimento, um rio Tâmisa com água, luzes que funcionam e personagens ilustrando histórias do passado e do presente de Londres. O Shard, o prédio mais alto da Europa Ocidental com 310m, será representado por um modelo de 2,4m de altura.

Zonas imersivas vão focar em aspectos da vida de Londres: a realeza, os esportes e o metrô, entre outras. Cada uma apresentará maquetes de prédios ícones, com jogos e simuladores para todas as faixas etárias.

De acordo com os investidores privados, as pessoas experimentarão uma combinação de entretenimento mágico com educação e descobertas. Eles acreditam que ela atrairá 1,4 milhões de visitantes por ano.

Os fundadores Matt Crofton e Tim Allnutt estão em estágio avançado de captação dos recursos totais, e esperam retornos aos investidores em até cinco anos após a abertura da atração. Interessados em investir devem contatá-los.

A maquete ocupará 2.300 metros quadrados, ou todo o térreo do One Tower Bridge, um elegante empreendimento comercial e residencial com nove blocos no sul do Tâmisa, que tem previsão de ser finalizado em 2016.

Sua localização é extremamente ideal para chamar turistas – ao lado da Tower Bridge, uma das pontes mais famosas da cidade.

 

 

Shop small using local currency

The UK has turned attention to its small businesses.

Since 2007, the United States has been holding the annual Small Business Saturday. Small businesses offer sales and promotions to encourage people to buy locally, in their own community, from local and sometimes traditional traders.

Last December, the Small Business Saturday took place in the UK for the first time supported by the Prime Minister.

It is not about trying to sabotage famous brands, but finding a balance between large and small shops: Having a sporadic coffee in a traditional café two blocks from your work instead of heading to the closer Starbucks.

According to the organisers, it was a huge success. The main goal of the campaign is to remind people to continue shopping locally throughout the year. Consequences and next steps may be followed on Twitter.

But buying locally seems not enough for some boroughs. They also want to have their own currency.

Brixton pound notes: God save Bowie

Brixton Pound notes: God save Bowie

Brixton has got its Brixton Pound (B£) since 2009 printed in jolly notes. The idea is to have a currency that makes money stick to the neighbourhood, avoiding its evasion, and encourage local trade and production. It doesn’t replace pounds sterling, but works alongside them.

Around 250 businesses take B£ and each B£ is worth £1, what doesn’t help to make people see advantages in exchanging cash to spend only in the area. Some businesses may offer benefits or discounts when using it, but this is optional and occasional. It’s all about being sustainable, and not everybody can be up to it.

Brixton was the first urban area to have its currency and the fourth of a project called transition town, following Devon (with its Totnes Pound), Sussex (Lewes Pound) and Gloucestershire (Stroud Pound).

Recently, Crystal Palace, in Croydon, and Kingston upon Thames have also shown interest in developing their own currency.

It seems each borough wants to protect its trade from the prevalent global crisis by keeping them in a bell jar. Will it work? Time will tell. And, we know, time is money…

 

  • Worth reading: One year ago, a journalist from the American Vice Magazine tried to buy drugs in Brixton using the Brixton Pound. He failed.